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domingo, 24 de outubro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
O Chimarrão
O chimarrão é uma tradição gaúcha que acompanha a peonada do campo e da cidade diariamente, o clima quase sempre frio favorece a prática desse outro costume que além de gostoso é revigorante e também fraterno pois a cuia passa de mão em mão,
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Ana Terra
Ana Terra é a matriarca da família Terra Cambará. Filha de imigrantes portugueses que chegam ao Rio Grande do Sul no século 18, Ana e sua família passam por todas as dificuldades de morar em uma região esquecida pelas autoridades e permeada de disputas por terras e fronteiras.
Sua personalidade forte, de garra, obstinação e resistência frente a todas as perdas e violências que sofre fazem de Ana Terra um símbolo da mulher gaúcha. Traços da personalidade de Ana e sua crença na vida serão encontradas nas mulheres das gerações futuras da família Terra Cambará, principalmente de sua neta Bibiana. O erotismo da jovem é também é destacado, pois esta desperta em meio a solidão da fazenda onde Ana mora com a família e culmina com a sua entrega a Pedro Missioneiro.
Além disso, ela é quem estabelece a relação entre o vento e os acontecimentos importantes de sua vida que serão uma espécie de ligação entre o vento e a memória feminina em toda a obra do autor, como um consolo e arma de defesa de mulheres que assistem os homens lutarem e morrerem em suas guerras.
Sua personalidade forte, de garra, obstinação e resistência frente a todas as perdas e violências que sofre fazem de Ana Terra um símbolo da mulher gaúcha. Traços da personalidade de Ana e sua crença na vida serão encontradas nas mulheres das gerações futuras da família Terra Cambará, principalmente de sua neta Bibiana. O erotismo da jovem é também é destacado, pois esta desperta em meio a solidão da fazenda onde Ana mora com a família e culmina com a sua entrega a Pedro Missioneiro.
Além disso, ela é quem estabelece a relação entre o vento e os acontecimentos importantes de sua vida que serão uma espécie de ligação entre o vento e a memória feminina em toda a obra do autor, como um consolo e arma de defesa de mulheres que assistem os homens lutarem e morrerem em suas guerras.
Capitão Rodrigo
Capitão Rodrigo Severo Cambará (O Tempo e o Vento - O Continente)
Um dos mais conhecidos e marcantes personagens de Erico Verissimo, capitão Rodrigo Cambará tornou-se um símbolo do gaúcho no imaginário coletivo, com um misto de bravura, fanfarronice, generosidade e pensamento libertário, mesmo que talvez essa não fosse a intenção o autor. A trajetória do personagem cobre início e meados no século 19. Com seu comportamento por vezes apaixonante e por tantas outras reprovável, ele conquista os leitores e o coração de Bibiana Terra, neta de Ana. A história de amor entre os dois pode ser considerada a mais consistente e bem-sucedida de todos os casos da obra.
Rodrigo é um personagem épico, que a exemplo de Aquiles e de outros heróis das epopéias gregas, acredita que só as batalhas travadas nas guerras dignificam o homem. Talvez por essa mesma razão, não tinha talento nenhum para a vida doméstica e amava a liberdade de ir e vir quando bem entendesse o tempo que quisesse, mesmo depois de casado.A mesma intensidade da paixão que ele nutre pela ação guerreira é demonstrada no gosto pelos prazeres da vida, principalmente os da mesa e do sexo. Quase que instintivos, estes sentimentos aproximam-se das sensações primitivos do mundo animal.
Embora amasse a mulher Bibiana e a respeitasse em muitos aspectos, Rodrigo era o típico mulherengo, que não resistia a um rabo-de-saia e colecionava casos extraconjugais. Alguns dos traços característicos do capitão serão encontrados nos homens das gerações seguintes da família Terra Cambará. O carisma, a simpatia e o charme de Rodrigo compensam as sua falhas infantis e fazem dele um dos personagens mais importantes e marcantes de O Tempo e o Vento e da literatura gaúcha.
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